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I teach English for a living. Fui bailarina clássica no século passado. Acho que fui escritora em outras vidas... Enjoy my blog!

domingo, 29 de maio de 2011

série nota 10

Estava me recuperando de uma gripe braba, daquelas que nos derrubam e resolvi ficar grudada na telinha. Para tal, escolhi ver a segunda temporada de Damages. Estrelada por Glen Close e Rose Byrne, a série é uma obra-prima. As protagonistas são advogadas brilhantes, que se envolvem em tramas complexas e vivem num eterno jogo de gato e rato. Cada episódio brinca com idas e vindas temporais, em cenas eletrizantes de flashback e flashforward, deixando sempre aquele gostinho de quero mais ao terminar. Estou agora ansiosa pela terceira temporada e já satisfeita em saber que as duas próximas temporadas foram confirmadas nos EUA. Glen Close dispensa apresentações e quaisquer elogios que eu quisesse fazer soariam repetitivos, então, só me resta parabenizar Rose Byrne pela fantástica atuação e pela coragem de contracenar com uma das maiores lendas do cinema americano.

sábado, 14 de maio de 2011

my brother

Meu irmão esteve aqui ontem. Foi uma breve visita para tratar de negócios da família. Fomos agraciados com uma sublime e inesperada visita quando estávamos no cartório. Apesar das poucas horas que passamos juntos aqui no Rio, deu para conversar bastante e matar um pouquinho a saudade gerada pela nossa distância geográfica.
Irmãozinho querido: palavras não podem descrever o que sinto por ti. Fica com Deus e até breve.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

Claude in Rio

Pois é! Depois de mais de dois anos sem poder vê-la, eis que a minha amiga londrina Claudinha (não importa, você sempre será Claudinha, mesmo que agora assine seus e-mails com um maduro "Cláudia") apareceu por estas bandas tropicais e teve seus 15 minutos de fama posando com a Baía da Guanabara ao fundo...
Sinto saudades daquela época em que ligávamos uma para a outra para falar por muitas horas. Ríamos, chorávamos, fofocávamos, enfim, era uma troca muito bacana, que a distância geográfica não poderá apagar jamais.
Desejo, do fundo do meu coração, que Deus ilumine os seus passos e que seus sonhos sejam realizados aí na terra do fog. See you later, alligator!

domingo, 1 de maio de 2011

Minha alma canta...

Fui, finalmente, ver a animação Rio. É tudo aquilo que a crítica especializada tem publicado, mesmo. As paisagens magistrais da Cidade Maravilhosa, o enredo bonitinho e bem amarrado, personagens encantadores (by the way, por que o vilão sempre tem sotaque britânico?), enfim, diversão do princípio ao fim. Se o brasileiro Carlos Saldanha pretendia render uma homenagem à sua terra natal, está de parabéns, o filme é uma declaração de amor das mais apaixonadas e apaixonantes. Imperdível.

domingo, 27 de março de 2011

movie buff

Domingão... dia de ir ao cinema! Fui conferir o mais novo filme brasileiro na praça. Estrelado pelo maravilhoso Wagner Moura, o filme Vips conta a história de um estelionatário que assumia identidades as mais diversas para se dar bem na vida. Chegou ao cúmulo de aparecer em uma entrevista ao vivo como se fosse dono de uma empresa da aviação comercial. O ator, como sempre, dá um show. Ele é uma daquelas gemas preciosas que nos dão orgulho de ser brasileiros. Wagner Moura rules. Ele, sim, é o cara!

sábado, 26 de março de 2011

Curitiba once again

Pois é. No Carnaval fui visitar o meu tio do coração que mora em Curitiba. Já que eu não curto mesmo a folia momesca, nada melhor que uma cidade que não combina com samba nem suor. Em pleno verão, peguei temperaturas amenas (na faixa dos 20 graus) e pude esquecer de todo o ziriguidum que rolava solto na Cidade Maravilhosa. De quebra, ainda matei as saudades do meu restaurante favorito na capital paranaense, de comida vegetariana.

sexta-feira, 11 de março de 2011

Fé na humanidade parte 2

Para aqueles que andavam descrentes da humanidade, lá vai mais uma história (verídica) edificante: há uma semana, um colega precisou pegar um táxi para chegar a tempo na Casa que o amor construiu... Pois bem, o motorista puxou papo, se interessou pela causa e pela Casa e resolveu estacionar para nos fazer uma visita. Detalhe: nem aceitou o pagamento da corrida. Eu tive o prazer de mostrar a CRM para o taxista, que se emocionou com o nosso trabalho e se ofereceu para ser um sócio-contribuinte. É, galera, há uma luz no fim do túnel.